TecnologiaUm detector que usa luz em vez de eletricidade pega deepfakes com 98% de acerto — e analisa 15 vídeos de uma vez
Deepfakes ficam melhores a cada mês, e os detectores digitais têm dois problemas: gastam muita energia e podem ser enganados por alterações invisíveis no vídeo. Uma equipe da UCLA, na Califórnia, atacou os dois de uma vez. Um pequeno programa extrai de cada vídeo as pistas que importam, codifica tudo num padrão de luz, e um processador ótico faz o resto: 97,8% de acerto analisando 15 vídeos ao mesmo tempo, e 96% com 18. O trabalho saiu na revista eLight. Leia essa história em inglês, em 3 níveis, com áudio e tradução em português ao toque.
1 de nov. de 2026




















