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Até agora, quem tomava o lecanemabe — um dos primeiros remédios que de fato retardam o Alzheimer inicial — precisava ir a um centro de infusão de 15 em 15 dias e ficar horas com uma agulha no braço. Em julho de 2026, o FDA aprovou a dose de início por caneta subcutânea: 15 segundos, em casa, uma vez por semana. Não é cura, e tem riscos reais que o texto explica. Leia em inglês, em 3 níveis, com áudio e tradução em português ao toque.
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Ciências e SaúdeSem gravidade, o coração trabalha menos e muda de forma. A dúvida que pairava sobre qualquer viagem a Marte era simples: depois de meses flutuando, o coração aguenta voltar a sentir peso? Uma equipe do UT Southwestern, em Dallas, examinou 14 astronautas em vários momentos de missões de seis meses na Estação Espacial Internacional e os testou numa mesa inclinada a 22 graus, que imita a gravidade de Marte. As mudanças foram em grande parte passageiras, e o segredo foi o exercício diário que a NASA já exige. O estudo saiu na revista Circulation. Leia essa história em inglês, em 3 níveis, com áudio e tradução em português ao toque.
6 de nov. de 2026
Ciências e SaúdeEntre 5% e 10% das pessoas vão ter síndrome do túnel do carpo na vida: o nervo mediano fica apertado no punho, a mão formiga, dorme e dói, e os casos só aumentam com celular e teclado. Os remédios são a injeção de corticoide, que alivia e volta, ou a cirurgia. Um estudo publicado na revista Radiology testou um caminho do meio: 15 minutos, uma agulha guiada por ultrassom e soro fisiológico injetado em volta do nervo para soltá-lo do tecido ao redor. Em seis meses, quem recebeu o soro continuou melhorando; quem recebeu só corticoide viu os sintomas voltarem. Leia essa história em inglês, em 3 níveis, com áudio e tradução em português ao toque.
4 de nov. de 2026
Ciências e SaúdeHoje um coração ou um pulmão precisa ser transplantado em cerca de seis horas; um rim, em 36. É por isso que tantos órgãos doados se perdem e mais de 100 mil americanos esperam na fila. Uma equipe da Universidade de Minnesota mostrou outro caminho: os rins de porco foram mergulhados numa solução protetora, resfriados até virar um estado de vidro a 150 graus negativos e guardados por meses, um deles por mais de um ano. No reaquecimento, nanopartículas de óxido de ferro esquentaram o órgão por igual, e os rins transplantados recuperaram a cor e produziram urina. Ainda é um preprint, sem revisão por pares, mas muda a conversa sobre bancos de órgãos. Leia essa história em inglês, em 3 níveis, com áudio e tradução em português ao toque.
3 de nov. de 2026